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LISTA #escutaqueébom MAIS BRASIL: 100 ÁLBUNS DE 2018

É álbum, disco, CDeDVD, EP, lançamento virtual... misturamos tudo na lista mais democrática do ano!

IZA – DONA DE MIM (RJ)

A salvação do pop brasileiro é mulher e é preta. IZA que começou com covers no Youtube subiu rápido nas principais rádios e tocou tanto nas jovens/pop como nas voltadas ao sertanejo e pagode. Vale a pena conhecer os trabalhos da cantora além dos hits. O clipe de “Dona de Mim” é o destaque do ano.

KAROL CONKÁ – AMBULANTE (PR)

Tão rap, trap, funk quanto pop eletrônico o som de Karol Conká desafia geral. Encaixa em shows, festivais, casas noturnas, boates e playlists de boteco como também servem perfeitamente pra fazer faxina e principalmente como música de despertador. E é nessa pegada ambulante que a paranaense afrontou este ano.

JOANA MARTE – DE OUTRO LUGAR (PA)

“Sem medo do progressivo ou do que há de mais novo na música nacional, a Joana Marte promove misturas inusitadas no disco, com influências explícitas aos solos de guitarra de Pink Floyd mas com linguagem inspirada no novo psicodelismo da Tame Impala, sem perder as construções estranhas propostas por grupos como o Mutantes”, como já deixaram claro em sua descrição.

DINGO BELLS – TODO MUNDO VAI MUDAR (RS)

A presente geração de músicos do Rio Grande do Sul traz sonoridades que merecem a atenção. Como escreve Igor Brunaldi na Rolling Stones “Ao longo das dez faixas Dingo Bells parece não decidir se fica no som acústico ou se segue pelo caminho mais barulhento, se deseja soar mais experimental ou se fica no comum” o que pra nós instiga escutar o álbum até o fim. Sem falar as letras que fogem de lugares comuns e questionam.

TETO PRETO – PEDRA PRETA (SP)

Depois de colocar “Gasolina Neles” e todo mundo se perguntar que rumo teria o projeto, Teto Preto vem se consolidando como um dos grupos de maior criatividade na música eletrônica. O fictícius chegou a analisar “Bate Mais” e traz uma boa interpretação de como ler as obras. O show na SIM SÃO PAULO quase derrubou o CCSP.

MARCELO D2 – AMAR É PARA OS FORTES (RJ)

Um dos pais do rap nacional, o primeiro a utilizar samples puros da música brasileira continua sua saga em busca de quê? E qual batida desse mestre não é perfeita? Perfeito em suas imperfeições D2 vai revelando ao longo do tempo em suas obras seu crescimento real sem firula, sua evolução pessoal e claro, como o país vem funcionando na sua ótica. Conta com o pai que o inimigo cai! D2 irá nos defender dos fascistas!

MENTAL ABSTRATO – UZOMA (SP)

Essa nova leva que usa e abusa do jazz, de diferentes vertentes da música africana e de elementos modernos para fazer da música elevação e “extrato da alma” está demais. Um dos álbuns imperdíveis que vem com uma bagagem enorme da imersão dos músicos nos últimos 8 anos. Não esqueça de escutar!

 

MAURÍCIO PEREIRA – OUTONO NO SUDESTE (SP)

“Disco que abusa das referências, o novo trabalho de Mauricio Pereira é samba, é blues, é pop… é música. Não aquela música para se ouvir de forma simplória, para passar o tempo, pois mesmo que o tempo passe, estamos diante de uma música que proporciona um mergulho tão intimista que parece colocar o ouvinte em uma caixa, junto com o seu protagonista e uma banda que explora nos pequenos detalhes as ricas composições do disco”, escreveu Anderson Oliveira para o PASSAGEM DE SOM.

PHILL VERAS – ALMA (MA)

“Após quatro anos de intervalo Phill Veras apresenta seu novo álbum, “Alma”. Produzido pelo próprio artista, o disco apresenta elementos sobre ufologia, do ponto de vista espiritual, e percorre diversos caminhos afetivos para apresentar percepções sobre espiritualidade”, escreveu Letícia Miranda para o ROCKINPRESS.

MÃOLEE – BENDITO (RJ)

Grande produtor carioca, que assina várias faixas do álbum de Filipe Ret aqui na lista, traz excelentes referências a quem canta e quem produz rap. “Nesse meu trabalho solo, eu convido artistas que me inspiram a trabalhar e que estão na cena influenciando pessoas. O disco tá bem vasto e eclético. Selecionei a dedo cada participação e eles somaram a energia para formar algo novo. Quis trazer artistas que nunca tinham trabalhado, cada qual trazendo a sua fórmula e seu modo de criar”, contou o artista para a ZONA SUBURBANA.

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Felipe Qualquer

No rádio desde moleque pesquisa o universo da música e escuta de tudo. Em MG atuou nas rádios Minas, Nova e 94FM. Em Brasília passou por Transamérica, Metrópoles e MIX FM. Escreveu para os jornais Gazeta do Oeste e O Popular e Revista ShowBar. Produtor cultural desde 2010 com trabalhos no festival EcoMusic, Rua do Rock, Usina de Rima, Grito Rock, Festa Nacional da Cerveja, Toma Rock, Transamérica Convida, No Setor e Cervejaria Criolina. Estudou comunicação e é graduando em Teoria, Crítica e História da Arte na UnB.

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