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Joe Silhueta celebra 1 ano de Trilhas do Sol recebendo André Prando na Criolina

Uma noite que vale por duas com os grogues da casa e o capixaba pela primeira vez em Brasília

Na quinta (19) a banda Joe Silhueta celebra 1 ano de lançamento do primeiro álbum TRILHAS DO SOL, recebendo o cantor André Prando de Vitória/ES pela primeira vez na capital. A noite na Cervejaria Criolina também contará com os sons escolhidos por Thaís Mallon no clima brasileiro que já é costume nas pistas da E S C U T A.
Gaivota Naves e André Prando

Em turnê Joe Silhueta que reúne Guilherme Cobelo (voz e violão), Gaivota Naves (voz), Márlon Tugdual (bateria), Carlos Beleza (guitarra e voz), Marcelo Moura (baixo), Lucas Sombrio Muniz (clarineta, sanfona e clarone) e Tarso Jones (teclado) chega de Uberlândia para o show de aniversário e pega estrada logo em seguida. Até o fim do ano estão confirmados shows em Minas, Tocantins e Pará. A turnê inicia um novo ciclo da banda que já ensaia ao vivo o novo repertório.

André Prando é outro grande nome contemporâneo do rock psicodélico brasileiro, com seu estilo de perto do mar, o capixaba desembarca pela primeira vez em Brasília com banda e tudo. Prando apresenta o disco ‘Voador’ lançado no ano passado e o repertório que antecede o Rock in Rio. Entre os sons que mais repercutiram estão Ode à Nudez e Fantasmas Talvez, e Linha Torta do trabalho ‘Estranho Sutil’ de 2015.

Trilhas do Sol foi lançado em plena primavera de 2018, com 9 faixas produzidas por Cobelo em parceria com Jota Dale, e conta com três participações especiais: o saxofonista-flautista Esdras Nogueira, o percussionista Macaxeira Acioli e o cantor-compositor Kelton Gomes. Entre as referências Lula Côrtes, Zé Ramalho, Flaviola & O Bando do Sol, Ave Sangria, Timber Timbre, Kinks, Patti Smith e claro, Jim Morrison. As últimas unidades do CD estão disponíveis com ingresso para o show e também serão vendidas durante.

J O E   S I L H U E T A

É um coletivo musical brasiliense com sonoridade que remete tanto às sínteses tropicalistas quanto ao amplo espectro do folk-psicodélico, a banda realiza uma original fusão de ritmos e tradições musicais brasileiras com elementos da cultura pop internacional. Com dois EP’s, três videoclipes e três singles lançados, Joe Silhueta foi escalado entre 2016-18 para tocar em importantes palcos do Brasil (Festivais Psicodália, Morrostock, Satélite 061, Porão do Rock, Picnik, CoMA, Cena Cerrado, DoSol, Móveis Convida além de duas noites na SIM SP), chamando atenção por onde passa com suas canções-apresentações explosivas e performáticas.

Em 2016 foi indicado ao Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) na categoria “Artista Revelação” com o EP ‘Dylanescas’. “Desde sua aparição, Joe Silhueta tem sido bem aclamado por público e crítica, expandindo rapidamente suas atividades e firmando-se cada vez mais no cenário musical brasileiro como um grupo que consegue mesclar referências sem perder autenticidade e atualidade”.

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A N D R É   P R A N D O

É músico, cantor e compositor de Vitória/ES, seu primeiro voo musical aconteceu em 2014, quando lançou o enigmático EP Vão. Um ano depois ele abriu ainda mais as asas com Estranho Sutil, seu primeiro disco cheio, com o qual rodou o Brasil em diferentes e importantes palcos, entre alguns o MADA (Natal -RN), Festival Se Rasgum (Belém-PA), Fábrica.Lab (Vitória – ES) e Psicodália (Rio Negrinho-SC). Prando lançou em 2018 ‘Voador’, que teve produção musical de Jr Tostoi (Lenine) e Henrique Paoli (Ana Müller). Em outubro faz seu primeiro show no Rock in Rio, no dia 6.

“Suas canções vão muitas vezes direto ao espírito, sem escalas, como um esforço de evolução da consciência. Cantor da terra de notáveis crooners, como Sergio Sampaio, Aprígio Lírio, Roberto Carlos e Juliano Gauche, ele criou seu próprio desejo de transubstanciação. […] A Plastic Ohno Band e os Novos Baianos, o blues rock inglês e a roupa de alumínio prateado das ficções passadas: a música de André Prando se alimenta deliberada ou distraidamente de muitas fontes, mas traz um condimento muito particular, fruto de sua vontade de transformação, de seu próprio olhar para dentro da humanidade.”

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Felipe Qualquer

No rádio desde moleque pesquisa o universo da música e escuta de tudo. Em MG atuou nas rádios Minas, Nova e 94FM. Em Brasília passou por Transamérica, Metrópoles e MIX FM. Escreveu para os jornais Gazeta do Oeste e O Popular e Revista ShowBar. Produtor cultural desde 2010 com trabalhos no festival EcoMusic, Rua do Rock, Usina de Rima, Grito Rock, Festa Nacional da Cerveja, Toma Rock, Transamérica Convida, No Setor e Cervejaria Criolina. Estudou comunicação e é graduando em Teoria, Crítica e História da Arte na UnB.

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