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LISTA #escutaqueébom MAIS BRASIL: 100 ÁLBUNS DE 2018

É álbum, disco, CDeDVD, EP, lançamento virtual... misturamos tudo na lista mais democrática do ano!

MC IGU – SUBLIMINAR (SP)

Nosso exímio pesquisador do que há de mais novo na cena rapster Natan Adrade trouxe esse que é em suas palavras “O melhor álbum de trap do ano. O Igu é massa porque não tem medo do ridículo. É experimentação pura, beat de trap e muito caco. Tem mais o que falar? Não tem. Próximo.”

ANDRÉ ABUJAMRA – OMINDÁ (SP)

“Trata-se de um disco elegíaco que ultrapassa as barreiras linguísticas e estéticas. Do iorubá, passando por inglês, francês, por dialetos africanos e, claro, português, a mensagem é bem transparente: precisamos romper as fronteiras”, nos conta Tiago Ferreira no NA MIRA DO GROOVE.

HEAVY BAILE – CARNE DE PESCOÇO (RJ)

Acho que a dúvida do Baiana System já está praticamente resolvida. O futuro dos carnavais já está na pista e com qualidade. Além do funk que desbanca meses de trabalho do Kondzilla a swingueira está presente pra meter dança.

OXY – FITA (DF)

Estava demorando, mas chegou a hora de acessar o Google Translate pra entender as letras  desta que é atualmente a banda brasileira que canta em inglês com melhor qualidade e profissionalismo. “Fita sincera ou fita gravada, fitagem cinematográfica. Fitas que se preparam para simular certo fato, para iludir os ingênuos, mó fita; ação para impressionar; mentira; cena fingida: Aquilo foi fita tua. Te fito, te humanizo. A fita que é laço, tape, ribbon, reverberada. Fitas de passagens, filmes que passam por nós e nos envolvem em uma só tape de 10 faixas. Fissura analógica, submersa, dissonante. Conexões. Mó fita.”, escreve a banda.

LITRÄO – O FILHO QUE VOCÊ DESPREZA (RJ)

Matheus Ferreira, nosso embaixador das guitarras guturais já falou por aqui. “Confesso que foi uma surpresa o que encontrei nesse disco. Eu não estava preparado, presumi que seria outra vibe, talvez uma parada mais descompromissada e irreverente, até por conta do nome da banda. No entanto, o que eu achei foi uma doomzera sincera, primitiva, lo-fi e com lindas e melancólicas melodias.”

PENSE! – REALIDADE, VIDA E FÉ (MG)

São 10 anos de estrada mantendo o peso e a velocidade com o desafio do autoral em um estado como Minas. Quatro anos após “Além Daquilo Que Te Cega” as faixas demonstram os estudos e desenvolvimento dos músicos.

ANN’EMIC – DERASH (RJ)

“O disco é denso e difícil de revisar, com ideias que servem de material para horas e horas de reflexão acerca da vida, da natureza humana, do universo. Recomendadíssimo pra galerinha que curte Tool, Deftones, OM, Samsara Blues Experiment e outras bandas dessa nova onda alucinógena do rock/metal”, escreveu Matheus Ferreira aqui na ESCUTA.

ADORÁVEL CLICHÊ – O QUE EXISTE DENTRO DE MIM (SC)

Com aquela pegada praiana, muito delay e reverbs a banda explora o post rock e o dream pop e trazem uma pegada do que é Santa Catarina. No primeiro álbum “o ouvinte é convidado ao universo de sentimentos amargos que se embaralham na mente da interprete, e que ganham forma a cada verso entoado. São canções que trazem uma carga íntima, de experiências sufocadas pela rotina de compromissos e horários de quem vive num centro urbano”, como escreveu Lucas Nash para a REVISTA O GRITO!

ILLY – VOO LONGE (BA)

A cantora baiana chega com produção impecável e ritmos do ijexá, samba, bossa nova ao choro, formando sua proposta para a música popular brasileira. Sua voz doce e cadência suave vão te fazer repetir este disco várias vezes.

OS REPLICANTES – LIBERTÁ (RS)

Este já é o 13º álbum da carreira desta que é uma das bandas mais ouvidas no punk rock latino. As músicas versam contra a violência contra as mulheres e às minorias em geral, lamentam a solidão das pessoas mesmo cercadas de gente e gritam em protesto pela a profunda crise que vivemos.

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Felipe Qualquer

No rádio desde moleque pesquisa o universo da música e escuta de tudo. Em MG atuou nas rádios Minas, Nova e 94FM. Em Brasília passou por Transamérica, Metrópoles e MIX FM. Escreveu para os jornais Gazeta do Oeste e O Popular e Revista ShowBar. Produtor cultural desde 2010 com trabalhos no festival EcoMusic, Rua do Rock, Usina de Rima, Grito Rock, Festa Nacional da Cerveja, Toma Rock, Transamérica Convida, No Setor e Cervejaria Criolina. Estudou comunicação e é graduando em Teoria, Crítica e História da Arte na UnB.

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